Who's amoung us?

Mostrando postagens com marcador Santa Bárbara. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santa Bárbara. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

NOVAMENTE ABSOLVIDOS

(São Gonçalo do Rio Abaixo)

Em decisão de colegiado do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), a coligação São Gonçalo Somos Todos Nós, Antônio Carlos Noronha Bicalho, Eduardo Fonseca e demais citados no processo 63.973 acabam de ser absolvidos do processo que poderia culminar em cassação e da perda de direitos políticos.

Desta forma, os desembargadores sustentaram a sentença do Juiz Eleitoral da Comarca de Santa Bárbara, José Afonso Neto (primeira instância) e seguiram a opinião da Procuradoria Regional Eleitoral, que também foi favorável aos governistas. Estranhamente, na ocasião três promotores que passaram pela comarca de Santa Bárbara acataram os pedidos da coligação concorrente e várias outras cidades menos significantes do país já tiveram prefeitos cassados recentemente. 

Outros 3 processos ainda estão em pauta no TRE-MG, sendo um ainda mais brando e dois mais complicados para os governistas. Porém, diante dos movimentos, a tendência é não dar em nada. Ainda não se sabe se a coligação concorrente irá recorrer da sentença no Supremo Tribunal Federal.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

POR MAIS TRANSPARÊNCIA

(Geral)

Vereadores da região lutam para que os Portais da Transparência das prefeituras sejam mais eficientes e cumpram melhor com as leis federais. A principal, que é a Lei Complementar (LC) 131, exige a publicação de toda movimentação financeira dos órgãos públicos de forma pormenorizada.

TRANSPARÊNCIA EM ITABIRA

O portal da Prefeitura de Itabira atende quase que 100% e é bem detalhado, cujos registros listados contém links sucessivos para redirecionamento para outras páginas, com as devidas pormenorizações. Vide telas de consulta abaixo ou o link indicado, que permitem que os cidadãos tenham acesso às informações, com boa fonte de detalhes e clara compreensão (clique aqui).
Cópia de tela do Portal da Transparência de Itabira.
Links redirecionam para informações pormenorizadas.
(Clique na imagem para ampliar)
Os pontos falhos são que não apresenta de forma mais clara a estrutura organizacional, as licitações realizadas e convênios. A listagem dos cargos com seus respectivos salários estão presentes (clique aqui), mas sem identificar os ocupantes, provavelmente, para evitar a exposição de caráter pessoal e de segurança dos ocupantes.
Como o propósito de melhorar o serviço, o vereador Bernardo Mucida (PSD) conseguiu que o projeto de lei de sua autoria fosse aprovado pela casa, para reforçar a LC-131 com estes requisitos. No dia 6 passado, o prefeito Damon de Sena (PV) sancionou a nova lei municipal, que ainda concede o prazo de 6 meses para que a administração municipal, câmara e demais autarquias se adequem.


SÃO GONÇALO TRANSPARENTE
Em São Gonçalo, por ter menos de 50 mil habitantes, a LC-131 só passou a vigorar a partir de junho deste ano, quando o portal começou a ser conferido na cidade.
Tanto o da prefeitura, quanto da Câmara Municipal são bem fracos, não contendo os links para consultas sucessivas com os detalhamentos; as informações constantes não esclarecem suas reais funções, camuflando informações essenciais; não informa os salários com os respectivos ocupantes dos cargos e por aí vai.
Cópia de tela do Portal da Transparência de São Gonçalo.
Não conta com links para detalhar informações e alguns dados mascaram o descritivo.
(Clique na imagem para ampliar)
O ainda bater recorde no rol do pior da região. Está ma
O da Câmara Municipal consegue ainda bater recorde no rol do pior da região. Está mais escondido do que ventre de caracol. Foi preciso um esforço enorme para achar onde estava o link ou botão de acesso, a tal ponto que tivemos que fazer um tutorial para tentar ensinar a população a como acessá-lo, publicado neste blogue dias atrás.

A impressão que deixam é que deram uma de “João-Sem-Braço”, ou para atender mais rapidamente à recente vigência da Lei, ou para deixar as informações tão “transparentes”, que acabamos desistindo de vê-las.

Em tempo, o vereador Luiz (Pelé) Fonseca (PSDB) também entrou com um projeto de Lei para melhorar o serviço na cidade e que pode ser votado ainda hoje. Vamos ver se aprovam e se passam a respeitar mais as Leis e a população.


NAS OUTRAS CIDADES

Os portais de João Monlevade e de Barão de Cocais parecem ser do mesmo fornecedor, porque apresentam as movimentações com bom detalhamento, só que de forma direta e sem os mecanismos de consulta e aplicação de filtros mais elaborados, que simplificam nos retornos das informações para o cidadão comum. 
Porém, pecam em eficiência, por não oferecer consultas um fornecedor exato, exigindo que o usuário tenha que clicar aleatoriamente numa página ou percorrer uma a uma, em sucessivas listagens em ordem alfabética, até chegar no fornecedor desejado.

Cópia de tela do Portal da Transparência de Barão de Cocais.
Permite consultas simplificadas, com bom detalhamento,
mas limitados no aplicação de filtros e buscas avançadas.
Já os de Santa Bárbara e Catas Altas adotaram o mesmo sistema da prefeitura de São Gonçalo, o Sif (Sistemas de Informações Municipais). Portanto, contam com as mesmas limitações e restrições de retorno de dados. Estão muito longe de atenderem à devida pormenorização dos dados.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

TRANSPORTE PÚBLICO - 3

(São Gonçalo, Itabira e região)


Dias atrás, foi veiculado na mídia regional que São Gonçalo do Rio Abaixo está perto de ganhar o aeroporto regional, que atenderá Itabira, Monlevade e demais cidades vizinhas.
Itabira, que é a mais populosa cidade e polo econômico da região, havia saído na frente com um projeto que chegou receber parecer favorável da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para construí-lo na Serra do Tambor. Só que os técnicos do Departamento de Obras Públicas de Minas Gerais (Deop-MG) querem estudar uma possibilidade mais fácil e abriram um edital de licitação para contratar outro estudo de viabilidade técnica e financeira, desta vez, em São Gonçalo.
Se depender de logística, por estar à margem da BR-381, com melhor localização, mais próxima das maiores cidades da região (BH, Barão, Santa Bárbara, Catas Altas, Monlevade e até mesmo Itabira), aliada à melhor topografia, não restam dúvidas que a cidade compete com melhores condições.
Não seria prejuízo maior para Itabira deixar de recebê-lo, porque São Gonçalo é bem próxima. Só para comparar, do bairro Belvedere ao Aeroporto da Pampulha, em BH, dão cerca de 20 quilômetros com tráfego quase sempre congestionado. Para Confins, então, fecham com 50 km. Já do centro de Itabira ao centro de São Gonçalo são aproximadamente 35 km., com trânsito muito melhor. Nada mal.
Entretanto, será bizarro e até vexaminoso para o governo municipal, de uma cidade tão rica como São Gonçalo, que detém a maior arrecadação per capita do Estado e que deixa todas as demais cidades no chinelo, ter um aeroporto e não contar sequer com uma rodoviária. Principalmente se considerarmos que, com cerca de apenas 1% do orçamento anual do município, a cidade pode construir uma boa rodoviária, que atenderá a muito mais cidadãos.
Até hoje, quem precisa pegar um ônibus para qualquer cidade vizinha, tem que se arriscar na travessia e em pontos bem ruinzinhos, localizados ao longo da BR-381. Não há dúvida de que a clientela local é absolutamente maior para o transporte rodoviário.  
Agora, imaginem vocês um passageiro descer no aeroporto de São Gonçalo, pedir um ônibus para João Monlevade e descobrir que terá que carregar sua bagagem sozinho, atravessar a BR-381 e se arriscar num ponto de ônibus sem qualquer infraestrutura, como banheiros, lanchonete, segurança... Fica bem sem noção.

E não venham dizer que este blogue é contra a iniciativa do Governo do Estado. Claro que não há porque ser contra. Que venha o aeroporto para a cidade ou outra vizinha, mas antes, cadê uma decente rodoviária, Senhor Prefeito? Ou será que precisaremos inventar um novo tipo de ônibus alado?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

CONVITE

(Santa Bárbara / Por Assessoria de Comunicação)


sexta-feira, 7 de junho de 2013

AUMENTO DOS ROYALTIES

A polêmica sobre a revisão dos royalties da mineração (Cefem) tem tomado espaços na mídia, com adesões e defesas contrárias entre a classe política. Polêmica que só aumenta à medida que se aproxima da votação final.

GOVERNO DE SP É CONTRA
O governo de São Paulo discorda do aumento. A defesa tem sido feita pelo secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, pautada no entendimento que a cobrança deveria ser até reduzida para incentivar as empresas do setor. "Dissemos a eles que o governo paulista não tem nenhuma preocupação em agravar o setor com qualquer tipo de cobrança adicional, que devem manter o que está em vigor e, eventualmente, até reduzir no nosso caso", disse Aníbal.
AS MINERADORAS TEMEM PERDA DE COMPETITIVIDADE
Segundo defesas postadas na internet e até neste blogue, meses atrás, as mineradoras já arcam com carga tributária elevada. O Imposto de Renda, o ICMS das transações nacionais, os encargos trabalhistas e os tributos de importação de insumos são elevadíssimos, defendem os que são contrários ao aumento. Ainda defendem os problemas de logística e o preço da energia elétrica, que é altíssimo. 
O advogado especializado em mineração, Carlos Vilhena, um dos sócios do escritório Pinheiro Neto Advogados, defendeu a reforma tributária como forma de compensar estados e municípios mineradores e ainda previu que o aumento poderia inviabilizar as algumas empresas do setor.

ANASTASIA QUER O AUMENTO
Em entrevista para a Agência Senado, o governador mineiro, Antônio Anastasia (PSDB), defendeu que as alíquotas estão defasadas e que devem aumentar. "Somos a nação que tem os menores royalties cobrados sobre a mineração no mundo. Aqui, as mineradoras pagam de 0,2% a 3% do faturamento líquido. No caso do minério de ferro, o governo de Minas sugere 5% sobre o faturamento bruto. Na Austrália e na Índia, por exemplo, esse valor é muito maior — 7,4% e 10%, respectivamente".
Minas Gerais é o estado que mais se beneficia dos royalties da mineração — 53% da arrecadação total. O portal Brasil 247 apresentou uma interessante síntese das justificativas. Vejam só o que destacou:
Por que as alíquotas dos royalties estão defasadas?
Dos anos 70 ao final dos anos 80, o extinto Imposto Único sobre Minerais arrecadou US$ 1,30 por tonelada de minério. Hoje, a Cfem [Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais], seu equivalente, arrecada US$ 0,26. Não houve um esforço desde então para atualizar esse valor. É uma distorção de décadas. Os recursos pagos como compensação garantem a estados e municípios os aportes necessários para que enfrentem os impactos da mineração. Com o dinheiro, previnem e tratam doenças decorrentes da atividade mineradora, recuperam estradas, enfrentam danos ambientais e geram empregos em outros setores econômicos, pois as minas se esgotarão em algum momento. Vemos várias regiões mineradoras absolutamente degradadas. Muitas vezes, os municípios assistem impotentes ao esgotamento de suas riquezas e ao crescimento de seus custos.
Por que as alíquotas ainda não foram reajustadas?
A criação de um novo marco regulatório da mineração envolve muitos interesses e por isso tem sido debatida em muitas instâncias. E as mineradoras defendem seu espaço, suas receitas. É natural. Como a atualização das alíquotas da Cfem depende da aprovação do Congresso Nacional e do aval da Presidência da República, o envolvimento da sociedade é fundamental para sensibilizar os parlamentares e o governo federal para que haja a mudança. É um tema de grande relevância, sobretudo para os cidadãos que vivem nas regiões afetadas pela mineração, já que essa atividade se reflete diretamente na qualidade de vida deles.
As alíquotas dos royalties deveriam ser elevadas?
É justo que estados e municípios queiram uma participação maior nos resultados da mineração. Nos anos 90, a Lei Kandir acabou com o ICMS cobrado dos produtos exportados, incluídos os minerais. O ICMS é o principal imposto dos estados, e parte é repassada aos municípios. Estados e municípios perderam arrecadação. A grande bronca deles é que a União não os compensa devidamente pela desoneração das exportações. Mas a melhor forma de se fazer a compensação não é elevando os royalties da mineração.
O petróleo paga mais royalties que os minerais.
A comparação é equivocada. A indústria do petróleo só tem dois produtos — o óleo e o gás. Na mineração, são dezenas. É uma indústria heterogênea, que vai do pequeno produtor de areia à Vale. Alguns segmentos até suportariam a elevação dos royalties. Outros não. Royalties mais pesados matariam determinados segmentos.
Como se atende a estados e municípios sem afundar a mineração?
A reforma tributária seria a melhor solução. A discussão, porém, é profunda e não envolve só a mineração. A reforma não deve sair tão cedo. Outra solução é mudar a conta dos royalties. Hoje eles são calculados a partir do valor que a empresa fatura na venda do mineral. Isso é problemático, porque a mineradora pode estar vendendo com prejuízo. Isso ocorre quando o preço da commodity está baixo. Os royalties modernos são calculados sobre o lucro, o resultado final da empresa. Assim, o Estado participa dos ganhos da mineradora no momento de alta da commodity e não a onera demais no momento de crise.

quarta-feira, 27 de março de 2013

CONTAGEM REGRESSIVA

Os 98 novos juízes a assumirem as comarcas da região, a partir do dia 5 de abril deste ano, passam por últimos treinamentos. Segundo a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), na semana passada os futuros magistrados vivenciaram simulações de julgamentos no tribunal de júri.


O objetivo era proporcionar, de forma didática, a vivência deles em Tribunais. A atividade foi realizada no auditório do anexo 1 do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que no passado foi palco de muitos julgamentos da vida real. 

De acordo com o desembargador José Antonino Baía Borges, 2º vice-presidente do TJMG e superintendente da Ejef, desde que a Escola Judicial foi criada, ela tem buscado fornecer subsídios para a prática da magistratura e o júri simulado constitui uma importante atividade no sentido de ajudar a preparar os futuros juízes para o exercício da profissão. 

O presidente do TJMG, Joaquim Herculano Rodrigues, há tempos já vinha reclamando da falta de efetivos nas comarcas, que contribuíam cada vez mais com novos processos acumulados.


MAIOR AGILIDADE

A cidade de São Gonçalo do Rio Abaixo é um mau exemplo destes problemas e tem sofrido com a lentidão da justiça, que até o momento não deu as sentenças nos 4 processos de cassação pendentes. 

Diante dos atrasos, os governistas não conseguem manter foco, acabam pecando com mais arbitrariedades por ficarem confiantes na impunidade como temos visto e os eleitores começam a desacreditar na Justiça.

Como pode-se perceber, é grande a expectativa da população na chegada destes novos juízes. Sejam quais forem suas futuras decisões, é urgente dar cabo nestas pendências que atrasam no desenvolvimento da cidade.

segunda-feira, 11 de março de 2013

ESQUISITICES - I

(Santa Bárbara)

De vez em quando, deparamos com umas esquisitices, que vem a pronta pergunta:
-Como assim!?

Por exemplo, vejam que beleza esta foto abaixo, que retrata a nova urbanização da área histórica da cidade de Santa Bárbara, cuja prefeitura, na gestão passada, fez um esforço danado para colocar toda a rede elétrica e de telecomunicações debaixo da terra, ou seja, subterrânea.

Ação que todas as demais cidades históricas (como Itabira, Catas Altas, São Gonçalo...) deveriam copiar e providenciar o quanto antes, pelo menos no entorno do casario, igrejas históricas e inclusive nas avenidas mais modernas (João Monlevade, Barão de Cocais)...


Só que... esperem aí... Que trem esquisito é esse aí no chão da foto seguinte? Para quem não identificou o local, olhe de novo na foto anterior. É o primeiro poste à direita, à frente do carro cinza estacionado, na mesma praça. Aí está uma gambiarra (ou "gato" oficial) da Oi Telecomunicações. Segundo um morador vizinho, esta "instalação especial" foi feita antes do carnaval e lá está.


Putz... sem mais comentários...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

DIPLOMAÇÕES EM SANTA BÁRBARA


Cine Câmara Espaço Cultural de Santa Bárbara lotado para prestigiar a diplomação de eleitos de Santa Bárbara, Catas Altas e São Gonçalo do Rio Abaixo.

O prefeito eleito de Santa Bárbara, Leris Braga, discursou em nome dos demais. Defendeu o desenvolvimento regional, o uso correto dos recursos públicos e desejou por fim felicidade e sucesso aos políticos que assumem cargos a partir do dia 1º.

O promotor Domingos de Miranda pediu empenho com a administração pública e recomendou a preservação ambiental da região.

Fatos curiosos aconteceram como o desabafo do vereador de Santa Bárbara Juarez Camilo Carlos (PSDB) que arrancou aplausos dos presentes.

Obs: Fotos tiradas por Rodrigo Andrade, Defato.
Antônio Carlos, Leris Braga e Saulo Morais 

Promotor Domingos Miranda 

Antônio Carlos e Eduardo, prefeito e vice de São Gonçalo.

Leris Braga, prefeito de Santa Bárbara.



Relação dos diplomados:

Catas Altas
Prefeito: Saulo Morais (PT)
Vice: José Venâncio (PSB),
Vereadores: Fernando Rodrigues Guimarães, Denise Antunes Hosken de Sá, José Gabriel de Freitas Pereira, Simone Aparecida de Oliveira, Anizio Nazareno Aparecido, Vanderli Pereira, Weberty Arlindo da Silva, Patrícia Maria de Freitas e David do Rosário Magno

Santa Bárbara
Prefeito: Leris Braga (PRB)
Vice: Alcemir José Moreira (PRB). 
Vereadores: Geraldo Magela Ferreira, José Ladislau Ramos, Ermelindo Francisco Ferreira, Adriana Aparecida Patrocínio, Anderson Gomes Penna, Calimo de Lellis Gouvea Xavier dos Santos, Anderson Pereira, Carlos Augusto Bicalho Fonseca, Juarez Camilo Carlos, Geraldo Magela Lopes e Luiz Fernando Hosken Fonseca

São Gonçalo do Rio Abaixo 
Prefeito: Antônio Carlos de Noronha (PDT)
Vice: Eduardo Fonseca (PV)
Vereadores: Mário Alves de Andreade Neto, Ailton de Figueiredo Neves, Breno Fonseca Starling, Claudio Mateus de Oliveira, Luiz Gonzaga Fonseca, Paulo Antônio da Fonseca, Eloisio Raimundo dos Santos, Luciana Maria Bicalho e Marlon Tulio Pessoa Costa 

É isso aí, representantes do povo diplomados agora é a solenidade de posse dia 1º de Janeiro de 2013. 




sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

DIPLOMAÇÕES

Dia 18 próximo, acontece as diplomações de alguns prefeitos eleitos na região. Aos interessados em participar, os endereços e horários:
Cidades:   Itabira, Itambé, Passabém e Santa Maria de Itabira.
Data:        18 de dezembro às 19 horas.
Local:       Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade.

Cidades:  Barão de Cocais, Catas Altas, Santa Bárbara e São Gonçalo do Rio Abaixo.
Data:       18 de dezembro às 17 horas.
Local:      Cine Câmara Espaço Cultural.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

PARA AMARGAR: 300 MILHÕES DE REAIS A MENOS

(Santa Bárbara - São Gonçalo do Rio Abaixo - Demais cidades mineradoras)

Segundo o Jornal Impacto, uma carta, datada de 20 de agosto passado, redigida pelos prefeitos de Santa Bárbara, Antônio Eduardo (Timbira) Martins, e de Congonhas, Anderson Costa Gabido, endereçada à presidente Dilma Rousseff, pôs abaixo a possibilidade de uma arrecadação extra de 300 milhões de reais nos cofres das cidades mineradoras.

Timbira e Anderson se apresentaram como os presidentes da Amig (Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais) e Amib (Associação dos Municípios Mineradores do Brasil), respectivamente, contrários à emenda de número 66, à MP 563/2012, do Senador do Pará, Flexa Ribeiro (PSDB), que pretendia alterar as regras para a cobrança do tributo pago pelas mineradoras aos municípios, Estados e União. Como justificativa para barrarem a emenda, os remetentes da polêmica carta alegaram fragilidade na "segurança jurídica" da proposta do Senador. Entretanto, os prefeitos presidentes das associações de cidades mineradoras não apresentaram outra proposta com maior "segurança jurídica", pelo que se tem conhecimento. 

Em entrevista ao Jornal Estado de Minas, o Senador Aécio Neves lamentou o veto da presidente, que cumpriu com o pedido dos prefeitos.  “O resultado são prejuízos que se acumulam todos os meses para os municípios e estados mineradores. Nesses quatro anos de espera, as perdas chegam a 1,5 bilhão de reais para o nosso estado” - destacou Aécio. Ainda segundo o periódico, as posições da AMB e da AMIG foram "interpretadas por parlamentares e prefeitos mineiros como resultado do forte lobby das empresas mineradoras".

Para o Jornal A Notícia, o prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo, Raimundo (Nozinho) Nonato Barcelos, revelou que "não tinha conhecimento da carta enviada à presidente Dilma". 

Fonte: Jornal Impacto e A Notícia.

Mais informações: Hoje em Dia e Brasil Mineral.


QUANTO AS CIDADES DEIXAM DE GANHAR?

Segundo levantamentos no sítio oficial do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), se a emenda do Senador Flexa Ribeiro não sofresse o veto da presidente, pedido pelos prefeitos Timbira e Anderson, as cidades mineradoras arrecadariam, a mais, um percentual acima de 40% de royalties. São Gonçalo do Rio Abaixo, por exemplo, vai deixar de receber mais uns 32 milhões de reais, Itabira perde quase 37 e Santa Bárbara acima de 4 milhões de reais ao ano. Vide tabela comparativa abaixo.

Fonte: DNPM (clique aqui)