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segunda-feira, 10 de junho de 2013

EXCELENTES NOTÍCIAS!

(João Monlevade)

João Monlevade e região podem respirar fundo. A gigante do aço ArcelorMittal anunciou, na quinta-feira passada, a retomada de parte do projeto de duplicação da usina de João Monlevade, paralisado desde a crise mundial deflagrada no final de 2008.

Na verdade, é um primeiro e significante passo, no qual a empresa retomará, parcialmente, as obras do projeto de expansão de sua capacidade de produção. A retomada começa com a construção do terceiro laminador, ao custo de 352 milhões de reais, que terá capacidade de dobrar a capacidade de produção, mesmo que as demais obras não sejam terminadas, uma vez que planejam contar com o fornecimento de tarugos de aço vindos de outras unidades. 

As obras serão iniciadas ainda neste mês, com prazo de conclusão e início da produção previsto para o fim de 2014.

FLASH-BACK DA CRISE

Desde que estourou a crise econômica mundial, em 2008 e que pegou mais pesado em 2009 em diante, a economia mundial retroagiu. O Brasil, segundo o ex-presidente Lula, sobreviveu bem à "marolinha". Tal afirmação tinha um bom fundo de verdade, uma vez que a economia brasileira foi menos afetada. 

Já as grandes companhias sofreram choques violentos, como foram os casos da ArcelorMittal e Vale. A unidade siderúrgica de João Monlevade, que produz fio-máquina para a indústria automotiva, lãs de aço e demais metalúrgicas, chegou a anunciar demissão em massa em alguns momentos. A Vale colocou na geladeira ou em banhos-maria os projetos mais audaciosos e as cidades que dependem economicamente destas empresas, não deixaram de sentir os efeitos. Inclusive as prefeituras sentiram quedas nos caixas, depois que a China e outros importadores começaram a rescindir contratos de fornecimento de commodities como o aço e minério de ferro.



OUTRA BOA NOVA

Quem também deu o pontapé inicial foi o Governo Federal. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) pediu que as empresas de telefonia (Oi e Embratel) retirem os removam os cabos de transmissão de dados (fibra óptica) enterrados ao longo da BR-381, entre BH e Governador Valadares, para que iniciem as obras de duplicação da rodovia.

Segundo a Assessoria de Comunicação do Dnit, os projetos estão prontos para o início das obras. Parte do processo licitatório das obras de duplicação está em andamento. Na próxima quinta-feira (13/6), as empresas concorrentes serão conhecidas.

sábado, 8 de junho de 2013

AGENDA CULTURAL DE HOJE

(São Gonçalo do Rio Abaixo)


Ontem aconteceu a tradicional Festa Junina da Apae de São Gonçalo do Rio Abaixo. Deliciosos caldos, tira-gostos e comidas típicas perfumaram o bairro e a moçada estava animada.

Como a comunicação da prefeitura passou a não funcionar, só soubemos na hora do evento. Daí, desculpem-nos por informar tardiamente. Quem não foi, perdeu.


MAIS EVENTOS LEGAIS

Outro evento cultural acontece hoje (08), pelo Roteiro das Artes. A peça teatral "Estórias brincantes de muitos paizinhos" (classificação livre), numa matinê às 4 da tarde.

No dia 16, não deixem de assistir à apresentação do grupo de quadrilha de Itabira, Perecolândia, que é tri-campeão do "Arraiá Cumpade e Cumade" em Itabira e bi-campeão do Festival Estadual de Quadrilhas "Arraial de Belô" (2011/2012). O horário não foi informado no site da prefeitura. Quem se interessar, dê um pulo no Centro Cultural e se informe.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

AUMENTO DOS ROYALTIES

A polêmica sobre a revisão dos royalties da mineração (Cefem) tem tomado espaços na mídia, com adesões e defesas contrárias entre a classe política. Polêmica que só aumenta à medida que se aproxima da votação final.

GOVERNO DE SP É CONTRA
O governo de São Paulo discorda do aumento. A defesa tem sido feita pelo secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, pautada no entendimento que a cobrança deveria ser até reduzida para incentivar as empresas do setor. "Dissemos a eles que o governo paulista não tem nenhuma preocupação em agravar o setor com qualquer tipo de cobrança adicional, que devem manter o que está em vigor e, eventualmente, até reduzir no nosso caso", disse Aníbal.
AS MINERADORAS TEMEM PERDA DE COMPETITIVIDADE
Segundo defesas postadas na internet e até neste blogue, meses atrás, as mineradoras já arcam com carga tributária elevada. O Imposto de Renda, o ICMS das transações nacionais, os encargos trabalhistas e os tributos de importação de insumos são elevadíssimos, defendem os que são contrários ao aumento. Ainda defendem os problemas de logística e o preço da energia elétrica, que é altíssimo. 
O advogado especializado em mineração, Carlos Vilhena, um dos sócios do escritório Pinheiro Neto Advogados, defendeu a reforma tributária como forma de compensar estados e municípios mineradores e ainda previu que o aumento poderia inviabilizar as algumas empresas do setor.

ANASTASIA QUER O AUMENTO
Em entrevista para a Agência Senado, o governador mineiro, Antônio Anastasia (PSDB), defendeu que as alíquotas estão defasadas e que devem aumentar. "Somos a nação que tem os menores royalties cobrados sobre a mineração no mundo. Aqui, as mineradoras pagam de 0,2% a 3% do faturamento líquido. No caso do minério de ferro, o governo de Minas sugere 5% sobre o faturamento bruto. Na Austrália e na Índia, por exemplo, esse valor é muito maior — 7,4% e 10%, respectivamente".
Minas Gerais é o estado que mais se beneficia dos royalties da mineração — 53% da arrecadação total. O portal Brasil 247 apresentou uma interessante síntese das justificativas. Vejam só o que destacou:
Por que as alíquotas dos royalties estão defasadas?
Dos anos 70 ao final dos anos 80, o extinto Imposto Único sobre Minerais arrecadou US$ 1,30 por tonelada de minério. Hoje, a Cfem [Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais], seu equivalente, arrecada US$ 0,26. Não houve um esforço desde então para atualizar esse valor. É uma distorção de décadas. Os recursos pagos como compensação garantem a estados e municípios os aportes necessários para que enfrentem os impactos da mineração. Com o dinheiro, previnem e tratam doenças decorrentes da atividade mineradora, recuperam estradas, enfrentam danos ambientais e geram empregos em outros setores econômicos, pois as minas se esgotarão em algum momento. Vemos várias regiões mineradoras absolutamente degradadas. Muitas vezes, os municípios assistem impotentes ao esgotamento de suas riquezas e ao crescimento de seus custos.
Por que as alíquotas ainda não foram reajustadas?
A criação de um novo marco regulatório da mineração envolve muitos interesses e por isso tem sido debatida em muitas instâncias. E as mineradoras defendem seu espaço, suas receitas. É natural. Como a atualização das alíquotas da Cfem depende da aprovação do Congresso Nacional e do aval da Presidência da República, o envolvimento da sociedade é fundamental para sensibilizar os parlamentares e o governo federal para que haja a mudança. É um tema de grande relevância, sobretudo para os cidadãos que vivem nas regiões afetadas pela mineração, já que essa atividade se reflete diretamente na qualidade de vida deles.
As alíquotas dos royalties deveriam ser elevadas?
É justo que estados e municípios queiram uma participação maior nos resultados da mineração. Nos anos 90, a Lei Kandir acabou com o ICMS cobrado dos produtos exportados, incluídos os minerais. O ICMS é o principal imposto dos estados, e parte é repassada aos municípios. Estados e municípios perderam arrecadação. A grande bronca deles é que a União não os compensa devidamente pela desoneração das exportações. Mas a melhor forma de se fazer a compensação não é elevando os royalties da mineração.
O petróleo paga mais royalties que os minerais.
A comparação é equivocada. A indústria do petróleo só tem dois produtos — o óleo e o gás. Na mineração, são dezenas. É uma indústria heterogênea, que vai do pequeno produtor de areia à Vale. Alguns segmentos até suportariam a elevação dos royalties. Outros não. Royalties mais pesados matariam determinados segmentos.
Como se atende a estados e municípios sem afundar a mineração?
A reforma tributária seria a melhor solução. A discussão, porém, é profunda e não envolve só a mineração. A reforma não deve sair tão cedo. Outra solução é mudar a conta dos royalties. Hoje eles são calculados a partir do valor que a empresa fatura na venda do mineral. Isso é problemático, porque a mineradora pode estar vendendo com prejuízo. Isso ocorre quando o preço da commodity está baixo. Os royalties modernos são calculados sobre o lucro, o resultado final da empresa. Assim, o Estado participa dos ganhos da mineradora no momento de alta da commodity e não a onera demais no momento de crise.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

CONVITE CULTURAL



E para quem não conhece ou quer curtir, eis uma palinha...


CONVITE CULTURAL


quarta-feira, 5 de junho de 2013

ATRAÇÃO CULTURAL


terça-feira, 4 de junho de 2013

PRIMEIRA SENTENÇA DO PROCESSO 63.973

(São Gonçalo do Rio Abaixo)


Só ontem à tarde que o cartório eleitoral publicou a sentença do segundo processo 63.973, dada pelo Juiz José Afonso Neto, na segunda-feira da semana passada (27/5), que também absolveu o prefeito e vice de São Gonçalo, na primeira instância.

A oposição confirmou que recorrerá em segunda instância, cuja audiência deve ocorrer em aproximadamente uns 40 dias.

Os outros 2 processos mais pesados, o Aije 63.706 e Aime 106 ainda aguardam vistas, os pareceres do Ministério Público e a primeira audiência de instrução, devendo ocorrer em mais uns 30 a 60 dias de prazo. A expectativa é que, por serem bem mais pesados, que o Ministério Público Estadual mantenha o pedido de cassação. Já o Juiz, vá saber se seguirá mais pelos depoimentos, como fez nos últimos, ou se desta vez se orientará mais com base das provas.

Aos interessados, os links abaixo para acessar todas as movimentações e a sentença completa do processo Aije 63.973.

Para acessar todas as movimentações:
http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/ExibirDadosProcesso.do?&nprot=5741252012&comboTribunal=mg

Para acessar só a sentença:
http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/RecuperaArquivo.do?sqImagemDoc=928083

CONVITE


segunda-feira, 3 de junho de 2013

EVENTO CANCELADO


ATENÇÃO!!!

Devido ao mau tempo, a apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, prevista para hoje, às 8 da noite, na praça do Areão em Itabira, foi cancelada!

Segundo a Assessoria de Comunicação, os músicos chegaram às 6 da tarde para passar o som, mas não encontraram condições técnicas para a apresentação, por causa da chuva que encharcou o gramado da praça e o palco. Nova data será marcada.



sábado, 1 de junho de 2013

RECORDE ABSOLUTO: BLOGUE VIRAL


Não tem jeito. O Filhos das Minas caiu mesmo no gosto da massa são-gonçalense.
A receita do sucesso? Nada especial. Apenas noticiamos aquilo que sempre insistem em tentar esconder da população. Indiferente se a notícia nos agrada ou não, se é notícia, você pode ter certeza que não pagamos pau e publicamos na lata. Doa a quem doer e não tem "meu pé me dói".

E graças a esta postura reta, acabamos de bater o recorde absoluto de acessos no mês de maio, desde a criação deste canal, em agosto de 2009:


ACESSOS EM MAIO!

AUMENTO DE 117,76%
COM RELAÇÃO AO ÚLTIMO RECORDE

A todos os leitores apaixonados, viciados no Filhos das Minas e, também, os que acessam para protestar contra nossa posição de revelar as entranhas do poder, nossos sinceros Muito Obrigado!

Podem ter a certeza que a nossa responsabilidade editorial só aumenta a cada clique seu.
Valeu demais!