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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

CIDADES DE RENDA ELEVADA, COM DESENVOLVIMENTO BAIXO


Tenho São Gonçalo do Rio Abaixo como minha terra de coração há 35 anos, e quando vejo uma reportagem onde São Gonçalo esta em 11ª lugar no ranking nacional em arrecadação de PIB, e esta em 2.936ª lugar, quase ultimo lugar Brasil no IDHM me deixa triste. Tivemos uma eleição recente e pelo jeito não haverá mudança no curto prazo. Enquanto a população não conseguir fazer a relação de PIB com IDHM não haverá mudanças. LAMENTAVEL

Fonte: Jornal Hoje em Dia 13/12/2012

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

QUALIDADE DE VIDA

Vejam só esta solução simples, de baixíssimo custo de investimento, para a melhorias da qualidade de vida e saúde pública.

A Prefeitura de Barão de Cocais instalou dezenas destas academias, chamada de "Academia ao ar livre", em todos os bairros e comunidades rurais. Aí está uma opção a mais para a turma da caminhada, para manter a saúde em dia e sair da rotina.

Centro.
Centro.

Bairro Santa Cruz.

Comunidade rural do Socorro.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

MINEIRINHO COME QUIETO



Se tem um prefeito que pode ser classificado como do estilo bom mineiro, do tipo come quieto, é o Geraldo Abade das Mercês, de Barão de Cocais.

Contando com uma receita relativamente pequena, é incrível o tanto de obras que ele conseguiu realizar nos últimos 8 anos de mandato. De fora a mina de Gongo Soco, que está encerrando suas atividades, o projeto Brucutu até o momento não trouxe benefícios concretos para Barão. Quem levou a melhor foi São Gonçalo do Rio Abaixo, que tem recebido fartos royalties e que não sofreu com o crescimento desordenado e com os problemas sociais inerentes à instalação de alojamentos de empreiteiros.

Foram várias obras estruturantes e de melhoria de qualidade de vida que a população passou a contar, dentre elas restaurante popular; nova ponte no centro; asfaltamento ou calçamento dos bairros Chácara, São Judas, Lagoa e Nacional; dois conjuntos habitacionais populares (Cohab I e II); restauração do casarão de Cocais e Igrejas; reformas e ampliações de todas escolas; construção ginásios cobertos; construção de PSF e UPA; uma farmácia de Minas; conseguiu duas faculdades, sendo uma federal, a UAB; construiu o anexo novo da prefeitura e ainda conseguiu refazer toda a pavimentação das ruas e avenidas do centro, quando trocou o asfalto da rua Getúlio Vargas, próximo à Gerdau, por concreto, para sanar de vez com os buracos deixados pelos caminhões na portaria da siderúrgica.

Só para se ter uma ideia, enquanto em São Gonçalo a renda per capita ao ano gira em torno de R$ 16 mil (R$ 160 milhões/9800 habitantes), em Barão ela oscila perto dos R$ 2 mil (R$ 60 milhões / 30000 habitantes). Ou seja, Barão é 8 vezes mais pobre, proporcionalmente falando, e nem por isso se abateu! Nada mal, hein?

Abade entrega seu governo nos próximos dias para seu sucessor, Armando Verdolin Brandão, que foi seu vice. Entretanto, Armando terá como maior desafio driblar a perda de 15 milhões de reais na arrecadação, após o fechamento da mina de Gongo Soco. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

CURIOSO...

Durante minhas andanças sob o sol escaldante da semana passada, eis que paro para uma trégua e uns goles de água gelada, debaixo de ma sombra de um ponto de ônibus na cidade de Barão de Cocais.


Por ser obsessivo por ler qualquer coisa, até bulas de remédio se não tiver outra coisa por perto, eis que avisto o anúncio, nos caibros do telhado...


Tristes realidades existentes em todas cidades brasileiras, cujos efeitos atingem todos nós, direta ou indiretamente.

Ops... que placas são estas logo abaixo!? De inauguração de quê!?!
Será da urbanização do bairro?


Caracas! Difícil até para acreditar...
Parece ser mesmo de inauguração deste "pujante" ponto de ônibus.
Vejam se não estou errado...


E no rodapé da placa de inauguração, uma frase para guardar na história:
"Tem gente que sonha com realizações importantes e há quem vai lá e realiza", de George Bernard Saw. Clique na foto para ampliar e confira você mesmo.



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

‘ON’ ou ‘OFF’? De que lado você está? De que lado você quer viver?

Estamos cultivando uma cultura onde o chegar primeiro virou mais importante do que chegarmos juntos. De fato, já estamos nos viciando na substituição do diálogo e de necessárias ações pelo simples, cômodo e, nem um pouco eficaz, ensaio.
Estamos compartilhando individualidade ao invés de solidariedade. Criando, sustentando e vivendo um mundo virtual, onde tudo é líquido e extremamente descartável. Existem exceções e, claro que ninguém consegue se rotular como vítima dessa nova era, mas, até onde tudo isso pode, e deve, ser considerado como parte da nossa evolução? Quais novos valores estamos cultivando e, em larga escala, quais benéficas mudanças tudo isso tem proporcionado ao mundo? Estamos nos conectando apenas a internet e, infelizmente, estamos devorando este frio e, comercial dinamismo que nos é concedido como evolução, só que sempre projetada em um mundo que “não existe”.
Diante deste novo cenário, você – leitor, acredita que tem buscado um certo equilíbrio entre estas novas realidades ou, simplesmente, se adaptado a nova inércia sem muito se pensar no que, consequentemente, esta atitude acaba por criar e cultivar? Será que não estamos consumindo tecnologia como se fosse conteúdo, “relacionamentos” – vide as mais diferentes redes sociais e, seguindo esta dinâmica do ‘novo comércio’, como se isso fosse uma parte evolutiva de nossa ‘nova humanização’?
É fato que se ambos – autor/leitor + navegador/blog + interesse/clique, não estivessem ‘ON’, as chances de trocar este conteúdo e opiniões seriam extremamente difíceis, porém, caso esta oportunidade existisse – no ‘OFF, o diálogo, na certa, seria muito mais interessante do que este ‘monólogo’ (totalmente sem fala) que eu “pratiquei” ao digitar cada letra que compõe esta publicação diante de uma tela que, ironicamente, eu pretendia estar me ouvindo e entendendo cada confusa teclada que me encorajava a terminar o artigo e, é claro, este maluco exemplo. Calma, não sou um louco – acho, sei que algumas pessoas vão assistir ao vídeo, ler este pequeno texto e, na certa, podem não concordar com o material, com as minhas observações e tudo mais, mas o grande ponto aqui é a relevância que cada universo tem tido em nossas vidas e, sinceramente, esta esfera é absurdamente pessoal, cada usuário/ser humano sabe o peso que um comment, share, like, mention, whatsapp ou qualquer outro tipo de atualização tecnológica, que esboce alguma espécie de relacionamento causa de impacto em suas respectivas realidades vividas e não vividas.
Eis aqui um vídeo que, na certa, vai te fazer pensar sobre o assunto; vale o play e o suspiro:

 
 

POR MAIS PUREZA

(São Gonçalo do Rio Abaixo / Itabira)

No final de novembro passado, a prefeitura de São Gonçalo anunciou, por meio da sua assessoria de comunicação social, as construções de duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), sendo uma na sede do município e outra no Una, que é a maior comunidade rural de São Gonçalo.
Juntas, elas custarão mais de 9 milhões de reais e deverão ser concluídas em cerca de 1 ano, promete o pessoal da prefeitura. Sem dúvida que poderá ser uma boa notícia para as futuras recuperações dos rios Santa Bárbara e Una (afluentes do rio Piracicaba, componentes da bacia do rio Doce), mas depende de umas questões técnicas a serem esclarecidas para a população.
Chamou-me a atenção, ainda, três fatos: o uso repetido (3 vezes) do adjetivo "grande" constantes na lacônica nota oficial, o curto prazo para execução da obra (vistos que não têm cumprido bem) e o fato de abrirem ordem de serviço a um mês do término do mandato.

GRANDES PASSOS?
Com relação ao uso recorrente do adjetivo "grande" no press-release (texto enviado por instituições para tentarem a veiculação gratuita na imprensa), o pessoal da comunicação não poupou na franca bajulação, quando parodiou a épica frase de Neil Armstrong, dita após colocar os pés pela primeira vez sobre a superfície lunar: "as duas ETE’s...blablablá... além de ser um grande passo para a preservação (nota do autor: não seria recuperação?) do meio ambiente" (clique aqui para ler a matéria original).
Picuinhas ou bromas à parte, temos que endossar que pode até se tratar de um passo significativo, mas que a garantia de eficiência depende de como estão as redes de esgotos e pluviais nos âmbitos dessas futuras Etes, caso elas sejam dos tipos convencionais*, capazes de alcançar uma eficiência de até 90% de tratamento.
Como documentarista, já fiz um vídeo sobre uma das maiores da região, a Ete Laboriax de Itabira, que inclusive foi alvo de investigação da Polícia Federal, por suspeitas de desvio de dinheiro público (um caso à parte, é claro).
A ineficiência da Ete Laboriaux começa quando chega o período das águas e o volume de efluentes, somado às águas das chuvas que foram lançadas indevidamente nos emissários de esgoto, aumenta de uma maneira tal que o sistema não dá conta de tratar, fazendo com que a central desvie boa parte do volume direto no leito do rio do Peixe, sem qualquer tratamento (operação também conhecida por by pass). 
Será que em São Gonçalo do Rio Abaixo elas estão de acordo e devidamente aptas? Esta pergunta (e outras) foram feitas por e-mail para o pessoal da comunicação, com cópia para a Secretaria de Obras, às 7:09 da manhã do dia 04 (antes de ontem) e, até o fechamento desta publicação, não tivemos resposta. Aí, meus caros, vá saber se só chegarão efluentes de esgotos domésticos (com matéria orgânica) nestas futuras Etes a serem construídas... 
Daí, questiono é o fato da mídia reverberar a futura "grande" obra sem qualquer análise ou questionamento. O que tenho visto pelo país afora é um oba-oba danado. A Ete Laboriaux é que o diga, porque não tem funcionado adequadamente, segundo informações de fontes confiáveis. Mais do que ter sido uma propaganda enganosa, temos aí milhões de reais investidos de forma mal planejada. O melhor seria corrigirem todas as redes antes, para depois construir a Ete, que gera custos de manutenção com folhas de pagamento, energia e insumos, a partir do momento que entra em operação. Construir uma Ete antes da rede necessária é o mesmo efeito de colocarmos perfume em chulé ou cecê. Funciona?
Para quem duvidar, lanço o desafio:
-Topa tomar um copo d'água na saída de uma Ete?

UM ANO MESMO?
Outra questão levantada nesta postagem é com relação ao curto prazo de execução para as duas Etes. Será mesmo que conseguirão inaugurar tamanhas obras em tão curto tempo?
Só lembrando, no dia 16 de fevereiro de 2011, com muita pompa, foi anunciado o tal pacotão dos 64 milhões de reais em obras  (clique aqui para confirmar), que têm corrido em ritmo tão lento que não conseguirão entregar até o final deste governo.
Como gato escaldado tem medo de água fria, fico com a cisma, mas torcendo para que o próximo prefeito a ser diplomado consiga concluir.

POR QUE AGORA?
Se por um lado soa bem o fato do prefeito assinar ordens de serviço de obras que sejam do interesse da população e que no futuro poderão ser para o bem do meio ambiente, estranho o fato de assinar agora, a um mês do fechamento do seu mandato.
O que antevejo é que o brilho do futuro prefeito ficará esmaecido a favor do criador ou pai da ideia, para entregar o governo com o crédito da obra, deixando para seu sucessor a responsabilidade do todo o trabalho da construção e operacionalização, ou seja, de colocar as mãos na massa (sem qualquer alusão ao lodo orgânico... arghhh).
E mais... e se a assessoria técnica do sucessor vier a entender que o melhor é corrigir as redes de efluentes primeiro, para evitar o desembolso antecipado de milhões de reais no tratamento de efluentes misturados, caso seja essa a situação de São Gonçalo?

MORAL DA ESTÓRIA
Então, volto à comparação que vi com "o primeiro grande passo do homem na lua", com a frase pronta "grande passo para a preservação do meio ambiente".
Passados 43 anos, quase meio século depois, qual foi a vantagem concreta do governo norte-americano ter torrado na época US$ 25,4 bilhões (quase US$ 100 bilhões atualizados), a não ser lucro político para melhorar a imagem do governo John F. Kennedy? Vocês podem até alegar que precisamos das missões espaciais para tentar encontrar outro planeta habitável, depois que esgotarmos todos os recursos do planeta Terra, assolado e sugado à exaustão pela raça humana. Mas seria esta, bem mais difícil e onerosa missão, melhor do que fazermos já os deveres de casa, ao cuidar e zelar do planeta que fomos criados?
De igual forma, não é que a comunicação oficial, acredito que sem querer e por coincidência, nos ofereceu de bandeja a mesma possibilidade de reflexão? Por que os municípios devem investir milhões de reais em ineficientes tratamentos de esgotos, se as redes ocultas, enterradas debaixo das ruas, não estiverem adequadas? Seria mais um reforço ou tentativa de recuperação de imagem?


* O pipeline da Ete Laboriaux começa por uma grade retentora de lixo; passa por um tanque desarenador (separa a areia do esgoto); por um reator anaeróbio; depois o lodo resultante é prensado, o gás é queimado ou engarrafado; o efluente passa por filtros percoladores  e, por último, segue para as lagoas de maturação, onde os raios ultravioletas eliminam boa parte das bactérias e vírus. É um  tipo de  planta de tratamento que pode atingir até 90% de eficiência.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

OUTRA MUITO BOA



Outra genial publicada n'O Tempo, capturada do Twitter:


"Sarney fecha com chave de ouro sua vida pública: o povo é que vai ter que pagar o Imposto de Renda do 14º e do 15º salário dos senadores!"

Marcelo Tas - Jornalista e apresentador do CQC.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

AFINIDADE - 2

Esta aqui foi publicada n'O Tempo, capturada do Twitter:


"Aos meus bisnetos: Inundada de esperança e emoção, vi uma presidente mulher, ex-guerrilheira, empossar um negro, de família pobre, como presidente do STF!"

Leilane Neubarth - Jornalista.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

AFINIDADE

Apesar de não chegar aos pés dele,
a partir dos 40 anos de idade, coincidentemente,
passei a me comportar de igual forma.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Itabira precisa de dias melhores para sua Cultura


A Cultura por uma reacionária

De passado cultural profícuo, com vasta diversidade constante, Itabira tem vivido momentos obscuros em criatividade, sejam eles por motivos pessoais dos personagens da cidade ou por estarem ou sentirem-se manietados pela falta de incentivo e opções de financiadores locais e regionais, seja ele o poder público constituído ou por falta de mecenas interessados e inteirados na manutenção constante que aqueles se ressentem a mais de uma década.

Prioritariamente a esta última administração, os últimos quatro anos podem ser considerados perdidos. Os agentes culturais, seja ele da produção ou criação (escritores, compositores, atores, cantores e etc.), ficaram parados no tempo, o desenvolvimento cultural de Itabira esteve em uma camisa de força, estrangulando a todos e tudo. Definitivamente não houve a aplicação de uma política cultural e a atua gestora conseguiu “desagradar a gregos e troianos”.

São vários fatos e ocorrências nestes torpes anos pelo qual passamos e resignamos a aguardar o grande momento de mudança em uma democracia que se preze, o momento do voto que no Brasil constitucionalmente é individual e secreto. Nos vários fatos acontecidos, o primeiro marcante foi a maneira como a pseudo-secretária de cultura itabirana dirigia-se àqueles que a visitava em seu gabinete: -“aqui todo mundo é pedinte, todos vêm aqui somente para pedir”. Esquecendo-se ela que aquela casa é uma repartição pública, um balcão de fomento a ser gerido.

Do muito pouco que conseguiu realizar em seu primeiro ano e como vem sendo feito até findar o seu passageiro mandato, foi o concurso de presépios, que em sua primeira edição no discurso de premiação esta funcionária pública contratada nos disse: -“até colocamos um dinheirinho para a premiação”. Sim, foi um dinheirinho face o empenho dos artistas participantes do concurso, além de que não precisaria citar isto e no tom de desdém para com aqueles cidadãos menosprezados. Considerando ainda que houve controvérsias a respeito de qual foi mesmo o ganhador do primeiro lugar.

Em cada ano que passou, sempre ocorriam novos fatos, fatos estes que tornaram cada vez mais obscura a política cultural adotada em Itabira. Um destes fatos é a respeito de um músico itabirano, nascido e criado em nossa cidade, cidadão este que labuta na criação cultural, com uma proposta aprovada e já em execução com verba designada pela “Lei Drummond”, desejando realizar uma chamada televisiva na Fazenda do Pontal, este também espaço público, foi de pronto proibido e novamente ela, falaz, agindo como se dona fosse da instituição FCCDA – Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade – e de seus espaços, diz: -“samba, pagode, essas coisas não são cultura”. Mais uma vez algo não pode ser realizado em seu todo, face à maneira grotesca como um artista atualmente é tratado.

Semana de Drummond, já em sua XVIII edição, pressupostamente para reverenciarmos a obra de nosso poeta maior, “Carlos Drummond de Andrade”, aprender e discutirmos sobre o seu legado, além de ser um momento voltado aos escritores locais, novamente este ano tivemos uma programação pífia com uma agenda amontoada de música, muita música, e a poesia que é boa, ficou para o escanteio. Estupefato fiquei em saber que a Biblioteca Municipal Luís Camilo ficou fechada na Semana Drummondiana.

Na Conferência Regional da Cultura, com vários tópicos discutidos e aprovados naquela assembléia, nada foi posto em funcionamento e de todo o feito, também não aproveitou dos resultados desta conferência para inscrever Itabira no Sistema Nacional de Cultura, o que por mais esta omissão acarretará perdas futuras na distribuição das verbas do MinC – Ministério da Cultura.

Concurso público para ocupar os cargos da FCCDA?  Quatro anos prometendo e não foi capaz de atravessar a avenida para propor aos vereadores que estudassem e aprovassem inicialmente o plano de cargos e salários, e posteriormente abrisse o edital de concurso público para os cargos daquela instituição que vêm sendo ocupados de maneira desvirtuada pelo sistema de contratação direta, desprezando a real necessidade de ser feito este concurso, haja vista que o último foi realizado em 1996.

Em seu último e derradeiro ato e parafraseando o atual prefeito municipal em sua campanha de reeleição, “para completar o trabalho”, ao receber a visita de um agente cultural, lá vem ela novamente, bem ao estilo nazista, daqueles que falam uma mentira mil vezes até que torne verdade, na maior desfaçatez, abusando do seu alto cargo público municipal, falando mal de quem não a procura para nada, considerando que a mesma de nada da conta mesmo, demonstrando sempre sua total incapacidade e inépcia em gerir a cultura local, em toda a sua nuance e especificidade de cada tema a ser trabalhado ou desenvolvido.

Se de tudo não é assim, deve ser então, em razão das origens culturais que esta pessoa tem.

Sendo hoje “Dia Nacional do Samba”, segue uma pérola da cultura popular brasileira para a pseudo-secretária de cultura de Itabira deliciar-se:
http://www.youtube.com/watch?v=tkcr5aBKl6w