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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

PARA REFLEXÃO

(Geral)

Mundo, mundo, vasto mundo, se eu fosse chantagista seria temido e premiado, não esse alguém na contínua e árdua luta pela sobrevivência.
No meio do caminho tem uma pedra, chamada dúvida do procedimento legal. Tem sempre uma pedra dessas no meio do caminho. Nunca me esquecerei desse constante acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas e de um ser humano já desesperançado. No meio do meu caminho, tem sempre a dúvida a afastar a esperança.
Sempre disse aos meus mais próximos: “Jamais seria ator, pela total incapacidade de fingir”. Diante dessa situação, melhor não ir a eventos onde sorrir para manter as aparências seria uma necessidade. Soaria como se eu me violentasse. Inimaginável! A hipocrisia não mora em mim!
Pago caro por minhas atitudes. Apesar da idade, não aprendi a calar-me diante do que sinto. Como me tem custado caro esse jeito de ser!
A fidelidade está em mim como um órgão essencial à existência humana. No entanto, se o silêncio é ouro, não tenho a riqueza de guardar só para mim as decepções que sofro diante dos fatos, até mesmo diante das dúvidas lançadas, até que elas sejam devidamente esclarecidas. Traduzindo: A minha lealdade está afeta à transparência. Nunca compactuo com ações duvidosas.
Meus desafetos devem ter mesmo muito medo de mim. Visto que eles sempre me atacam no mais íntimo. A forma mais vil e grosseira de minar o adversário. Certamente, a carapuça dos temas que abordo serve plenamente aos seus perfis.
Rui Barbosa profetizou: Há de chegar o dia em que o ser humano sentirá vergonha de ser honesto. “O diabo é que não consigo ser desonesto, embora eu tente, diante do que a vida tem sugerido a mim”.

Alírio Oliveira - Jornal VOX

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