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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

SEMPRE, O TREM - II

Caros amigos leitores,
   
Darei sequência na publicação de mais alguns trechos das matérias d'O Trem, da última edição, que merecem ser eternizadas. Mas, antes, vamos propor alguns ajustes.
   
Primeiro, peço desculpas pelos atrasos. Final de ano é dose, ficamos cheios de serviços e a tendência é piorar, porque vem aí ano eleitoral. Daí, sugiro que, caso queiram nos acompanhar com mais comodidade, que se inscrevam como "seguidores" do nosso blogue, para receberem notificações, por e-mail, toda vez que publicarmos algo novo. Com isso, podem evitar acessos às postagens já lidas. Que tal? Caso queiram se inscrever (é gratuito), basta (clicar aqui).
  
Segundo, recebemos um comentário anônimo, de um leitor criticando-me por ter dito que O Trem é precursor na linha combativa, contra os recentes governos. Como teceu críticas pessoais ao dono do jornal e não se identificou, não validamos o comentário. Perdoem-me se excedi no elogio e pode até ser que haja outros órgãos, esquecidos pela minha memória. De qualquer forma, reitero meus elogios aos textos referidos e à linha do jornal que tanto admiro, sem contudo, desmerecer os demais que tenham comprovada linha editorial de valor, como o Mosaico, Impacto, Vox e demais outros que me falha a memória.
 
Sem mais delongas, vejam só mais estes trechos da matéria do Marcos Caldeira:

"PODRIDÃO NA POLÍTICA ITABIRANA - ESCÂNDALO - 
JOGARAM O NOME DE ITABIRA NA LAMA
Justiça condena prefeito João Izael e Ronaldo Magalhães por compra de votos

...

A Justiça tacha o crime de improbidade
administrativa ou captação ilegal de sufrágios,
mas é preciso evitar rebuscamento linguístico
e informar de modo que a população
entenda bem. João Izael e Ronaldo Magalhães
foram desonestos com Itabira, agiram
criminosamente para se manter no poder. A
dupla feriu a democracia, enganou a população,
desrespeitou as regras eleitorais e emporcalhou
o nome de Itabira. É gravíssimo.
Estas palavras, bem melhor que os eufemismos
comumente empregados por juízes e
promotores, definem melhor o que fizeram
João Izael e Ronaldo Magalhães: jogo sujo,
trapaça, pilantragem, desonestidade...

...

Quando um político compra votos, além
de cometer crime eleitoral, passa ao eleitor
importantes informações. Revela o quão incompetente
é e evidencia que nem ele mesmo
acredita no trabalho que faz. Se acreditasse,
se fosse competente, teria apoio voluntário
do eleitor, seria benquisto pela população
e não precisaria de expedientes vergonhosos
e ilegais para conquistar votos.
Ser eleito comprando votos não é vencer,
é perder, é ser derrotado, é fracassar, é admitir
incompetência, é se atolar na lama fétida."

6 comentários:

  1. A crítica que eu faço ao jornal O Trem é so pelo alto valor do exemplar. São cinco reais. caro demais para o padrão de Itabira. No mais, o jornal é de primeiro mundo.

    Araxide.

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  2. Qual é a sua Fernando Martins. Parece que você perdeu o eixo, quando diz que um anônimo fez críticas pessoais ao dono do Trem, e como ele não se identificou, não foi validado o comentário. Primeiro: é mentira que o Caldeira trabalhou no governo do Ronaldo? Isso é crítica pessoal ou um fato? Quantas críticas o blog validou criticando o Banana, que considero equivocado ao aliar-se com seus algozes, muito mais ácidas e diretas? Aí não é crítica pessoal, neste caso os são fatos reais e o anônimo pode se manifestar. Quanto aos desgovernos Ronaldo/João Isael, nada contra, todo cidadão de bem assina em baixo. Segundo: você não mencionou a censura do blog quando as críticas são relacionadas ao seu candidato a prefeito, Damon de Sena. Diz o ditado popular,caro Fernando: "enquanto você tá indo pro moinho com o milho, já tou voltando com fubá".

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  3. Caro anônimo,

    Recusei a publicação do comentário seu, não por somente ter feito críticas pessoais contra o dono e editor do Jornal O Trem. A fiz porque continha críticas pessoais, sem identificação de autoria e que eu não comungo totalmente com elas.

    Antes que o senhor ou senhora levante o tom, vamos por partes. Note que as condições acima estão interligadas com "e", que significa que todas as condições teriam que ser atendidas, para que contasse com minha validação, por haver um senso jurídico embutido.

    O(a) senhor(a) pode ter a opinião que quiser. Se assinada, será validada sempre, porque trata-se de sua exclusiva opinião, tal como assume inteiras responsabilidades pelos seus atos (inclusive diante da Lei) e opiniões. Já os comentários sem identificação de autoria estão, sim, sujeitos à moderação. Sendo assim, cairão, inevitavelmente na subjetividade, por demandar anuência e concordância de opiniões entre o autor anônimo e o moderador, que, ao validar, posiciona-se como coautor e co-responsável.

    É verdade que já validei algumas críticas anônimas contra pessoas e políticos. Entretanto, cabe lembrar que, se as validei, é porque comungo e endosso. E tem mais, todas as postagens com críticas que fiz, aqui e em outros espaços, estão devidamente assinadas.

    Por fim, com relação a supostas censuras contra o que chama de meu candidato, cabe-me a defesa de que ainda não tenho opinião formada a respeito, até porque não há candidatos ainda. Já com relação aos pré-candidatos, se lhe interessa minha opinião, ainda não defini quem seguirei, prestarei serviços ou apenas votarei. Dentre os prováveis, defendo o Damon de Sena, Reginaldo Calixto e Bernardo Mucida, cuja definição ocorrerá mais adiante, depois que eu tiver maiores embasamentos, fatos concretos, conhecer quem serão os cabeças do grupo e aprovar o projeto de gestão.

    Não fique chateado comigo e continue lendo o Filhos do Cauê.

    Feliz Natal e um ano novo cheio de esperanças e paz!

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  4. Críticas anônimas não tem valor nenhum. Nem contra nem a favor. É preciso não ser covarde para assumir o que se diz. Vamos deixar de ser maricas e assumir o que dizemos. Ao meu nome aí embaixo.

    Araxide.

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  5. De capeta em capeta, o inferno está cheio de zés capetas!

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  6. O Branco realmente trabalhou na secretaria de descomunicação no governo Ronaldo e depois não continuou não sei se porque não quis ou não o quiseram mais.

    Depois iniciou O Trem sempre com críticas ao governo Jão, todas pertinentes, e por conta de ter trabalhado no governo antecessor recebe críticas por isto, mas é o jornal que vem efusivamente mantendo a sua postura contra os desmandos deste governo atabalhoado que estamos sofrendo com ele desde 2005.

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