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quinta-feira, 14 de março de 2013

VENENO OU REMÉDIO?

SAAE ITABIRA RETORNA COM FLUORETAÇÃO

O diretor-presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itabira (Saae), Jacir Primo, garantiu que a autarquia vai voltar a fluoretar a água distribuída para população de Itabira, num prazo máximo de 30 dias. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira, 12 de março, numa sessão da Câmara, dias depois que o vereador Bernardo Mucida (PSB) denunciou o corte feito em março do ano passado, durante a gestão do ex-prefeito João Izael Querino Coelho. 
De um lado, Bernardo Mucida apontou um Manual de Fluoretação da Água para Consumo Humano, da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que esclarece diversas dúvidas sobre a questão. A Organização Mundial de Saúde (OMS) também defende a aplicação do flúor, como importante instrumento de prevenção, controle e redução da cárie, principalmente da população carente.
Do outro lado, várias denúncias de instituições internacionais que garantem que os fluoretos adotados são altamente tóxicos e que a prática trata-se de envenenamento em massa, tendo sido abolido na maioria dos países desenvolvidos. Vide matéria anterior com um vídeo explicativo (clique aqui), publicada neste blogue no dia 2 de março.
O prefeito Damon de Sena (PV) resistiu ao retorno da fluoretação por causa dos malefícios à saúde da população, conforme relatou na última coletiva. Mas Jacir Primo disse ter feito um levantamento minucioso sobre as vantagens e desvantagens da aplicação de flúor. As duas únicas vantagens são que a fluoretação reduz a cárie dentária em até 70% e a um custo “inexpressivo”. Por outro lado, os estudos apontaram que a absorção excessiva de flúor pelo organismo pode trazer sérias conseqüências para a saúde e que inclusive é cumulativa nos organismos. A fluorose esquelética ou óssea e manchas esbranquiçadas nos dentes (principalmente em crianças de 0 a 5 anos) estão entre as principais. 

FLUORETAÇÃO EM SÃO GONÇALO
Segundo informações (não oficiais) repassadas por servidores de carreira, ontem à noite, uma parte do abastecimento de água no município de São Gonçalo é tratada, sendo inclusive fluoretada por um sistema rudimentar de conta gotas (a 120 gotas). Segundo os servidores, os cuidados no controle para que não ultrapasse os limites restringem-se ao acompanhamento visual esporádico de um funcionário de plantão. Outra parte do abastecimento vem direto da mina de Brucutu, sem qualquer tratamento, informou o rapaz.
Ao ser questionado se o município faz análises físico-químicas e controles precisos, ele apenas riu e não quis nem mais se identificar.
Nosso blogue está aberto à defesa do Dae - Departamento de Água e Esgoto.

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