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domingo, 15 de janeiro de 2012

COMPRA DE TERRENOS E IMÓVEIS

Caros leitores, venho andando muito ocupado e perdôem por dar pouca atenção. Acontece que, para administrar todos os imóveis e incorporações sob responsabilidade de minha empresa, dá um trabalho danado. Vocês não têm ideia, do quanto difícil é comprar um lote, fazer um projeto, vender todas as unidades e, ainda, prestar contas para todos os sócios. Pô, são dezenas de prédios luxuosos, fora os loteamentos e conjuntos habitacionais populares que estamos construindo para nosso bem viver. Ah, e tudo isso fora de Itabira. Só em Monlevade, negociei a abertura de uma avenida, na qual já estão prontos 2 novos prédios de fino acabamento e com todas as lojas muito bem ocupadas. São incorporações, é claro. Mas dão-me muito trabalho e dores de cabeça. O pior são essas pessoas falando mal de mim. Tudo bem, faz parte. 
   
Prédios!?! Onde? Como assim!?! Não viram? Estão todos aí, pra todo mundo ver. Na avenida Laranjal de Barão de Cocais, tem outros, oras. Reluzem como ouro!
 
Tudo bem... Calma aí. Vou esclarecer tudo. Durante um passeio à cavalo, ontem à tarde, minha irmã foi abordada por um ferrenho defensor do antigo grupão, numa provocação endereçada a mim. Na versão do provocador, Armando Bello vinha caçoando a minha pessoa, alegando que eu não teria direito de falar de Itabira, porque eu só invisto fora da cidade. Aí, pensei... como só invisto fora? A sede da minha empresa é em Itabira, montamos um moderno estúdio de TV na cidade, quase sem serviços daí, pago todos impostos aí e emplaco os veículos sempre na cidade. Se tenho dois lotes comunzinhos, comprados na pechincha em Barão e outro em São Gonçalo, é porque, em quase 20 anos de carreira honesta, só consegui comprar estes doiszinhos. Terrenos em Itabira, Itaélio e Armando, depois da especulação do grupão, ficou difícil para a absoluta maioria. Quase ninguém mais aguenta comprar. Que me digam as 300 famílias que foram expulsas do Conglomerado Drummond e que, muito provavelmente, não conseguirão comprar um apezinho num desses residenciais da turma do Bem Viver. Bom, de qualquer forma, herança futura conta? Aí, pode ser que rola alguma lambuja... Não, né!? Não conta? Só vale o que comprei mesmo? Ok... É pouco, né? 
  
Pois então, a gente (incluo vocês como honestos, tal como sou), trabalhando duro, se dermos sorte, conseguiremos na vida, uns imoveizinhos e olhe lá. Muito mais raro, pode-se chegar a um patrimônio um pouco melhor. Mas, honestamente, meus caros, não se consegue ir muito além. E isso, tenho quase a certeza que vocês muito bem sabem, porque viveram com mesmos princípios. Ou não?
 
Provavelmente, deve ser mais uma dessas brincadeiras da turma dos cavalos, embuídos numa "compra de terreno", uma cachaçinha aqui e umas provocações ali. Mas, não custa esclarecer, embora esse tipo de brincadeira acaba ficando chata. Fora de Itabira, nobres cavaleiros, tenho dois lotes, um comprado por 14 mil reais (360 metros, em São Gonçalo) e outro por 35 mil (300 metros, em Barão). Na ocasião, um lote no bairro São Francisco (periférico itabirano), depois do leilão da avenida Mauro Ribeiro, com 250 metros, o pedido foi de 80 mil reais. Como não dispunha do montante, optei por investir, pela primeira vez, fora da cidade. E não me arrependo, porque eles valem hoje (cerca de uns 3 anos após) mais do dobro, graças às boas administrações públicas e chegadas de investimentos de fora. Então, cuidado com as línguas, pessoal!

2 comentários:

  1. Não gosto que falem mal de mim, tem que provar e pronto. Vou perceguir todos que estão contra mim, então fiquem do meu ladinho e fechem os olhozinhos e riam riam bastante comigo.

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  2. Pois, anônimo, putz, quem está pedindo para provar alguma coisa no facebock Opinião de Itabirano é o tal que ficou amolando a paciência da irmã do Fernandinho no texto acima.

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